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A obrigatoriedade da vacina contra a covid-19

 


Presidencial que exige que os trabalhadores de grandes empresas se vacinem contra a covid-19. Apenas dois dias depois de a Administração Joe Biden anunciar que as empresas com mais de 100 funcionários terão que exigir vacinação ou testes semanais a partir de 4 de janeiro, um juiz federal bloqueou temporariamente a legislação. Até esta quarta-feira, 27 dos 50 Estados, a grande maioria republicanos, contestavam a medida, por considerar que viola as liberdades individuais protegidas pela Constituição.

Esta semana que o objetivo da diretriz é que os trabalhadores retornem aos escritórios em um ambiente seguro, num momento em que ainda morrem 1.300 norte-americanos todos os dias por coronavírus. “Por que esses legisladores republicanos estão atrapalhando a tentativa de salvar vidas?”, perguntou ela na sala de imprensa. Em cidades progressistas como Los Angeles e Nova York, milhares de pessoas também protestaram nas ruas contra a nova política de saúde. Jean-Pierre pediu às grandes empresas que não esperem o resultado do contencioso judicial para implementar o plano de vacinação.

Quinto Circuito em Nova Orleans decidiu no sábado passado em favor do bloqueio temporário da medida presidencial porque “há motivos para acreditar que há sérios problemas estatutários e constitucionais” com as diretrizes que afetam 84 milhões de trabalhadores. Argumentos de ambos os lados devem ser ouvidos no tribunal federal de apelações na semana que vem, de acordo com o Departamento de Justiça.

Autoridade legal para emitir a norma temporária de vacinação e testes de emergência”. A Administração de Segurança e Saúde Ocupacional (OSHA, na sigla em inglês) tem a capacidade de “agir rapidamente em uma emergência em que a agência considere que os trabalhadores estão sujeitos a perigo grave e uma nova norma é necessária para protegê-los”, acrescentou.

Grandes empresas, que estabelece que no caso de descumprimento correm o risco de ser multadas, Biden também usou seus poderes presidenciais para obrigar funcionários federais e terceirizados que fazem negócios com o Governo a se vacinarem. A nova exigência para eles entra em vigor no dia 22 de novembro, portanto, a segunda-feira passada era o último dia que tinham para completar o esquema de vacinação, já que deveriam ser imunizados duas semanas antes da data de retorno ao trabalho presencial.

Religiosos ou médicos, como a alergia a vacinas. Dezenas de milhares de funcionários federais solicitaram a exceção alegando razões de fé, relata o The New York Times. Advogados federais, membros da Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego (EEOC) e sindicatos estão trabalhando para responder à enxurrada de inscrições de modo a salvaguardar as liberdades religiosas e, ao mesmo tempo, garantir um retorno seguro ao escritório.

Seus funcionários que a partir de dezembro correm o risco de serem suspensos ou demitidos se não estiverem vacinados. Se o pedido de um empregado for negado, terá que decidir se deseja se vacinar ou arriscar-se a perder o emprego. Se concedido, estará obrigado a usar uma máscara dentro do local de trabalho, manter distância social dos colegas e fazer o teste de covid-19 regularmente.



FONTE: BRASIL ELPAIS

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