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Posso escolher qual vacina tomar

 


Coronavac e a Astrazeneca/Oxford, segue em ritmo lento. Ainda há muitas questões a serem respondidas, tanto sobre os imunizantes adotados pelo país ―se são seguros, como funcionam e quem pode tomá-los― quanto sobre o cronograma de vacinação, que permanece indefinido. O primeiro lote distribuído aos Estados deve vacinar 2,8 milhões de pessoas, o que representa 4% de toda a população prioritária. O EL PAÍS responde algumas das dúvidas sobre a imunização contra o coronavírus no Brasil.

A intenção do Governo Federal era inicial a imunização nacional com as duas vacinas, o que acabou não acontecendo após a negativa da Índia em autorizar o transporte de 2 milhões de doses do imunizante da Astrazeneca para o país. Assim, inicialmente a campanha de vacinação nacional contará apenas com o imunizante da Coronavac, com cerca de 6 milhões de doses, o que alcançará aproximadamente 2,8 milhões de pessoas.

Em São Paulo, o governador João Doria e o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, afirmaram que, no Estado, serão utilizadas todas as vacinas aprovadas pela Anvisa e que a emergência pandêmica não permite a escolha de uma ou outra vacina. “Isto não é um restaurante, para escolher qual tomar. Precisamos vacinar e vacinar rápido. Se escolhermos entre uma vacina ou outra demoraremos e nos atrasarmos em nosso objetivo, que é proteger vidas”, declarou Gorinchteyn durante coletiva de imprensa realizada na última sexta-feira.

Terá acesso à vacina contra a covid-19. As autoridades de Saúde do Governo do Estado de São Paulo e da prefeitura da capital paulista alertaram, na terça-feira, 19 de janeiro, que os idosos (um dos grupos prioritários na campanha) não devem ainda procurar os postos de saúde pois não há vacinas disponíveis.

Mensagens de antecipação preparação, disponibilização de informações através de veículos de mídia fazem parte do plano de comunicação da pasta.

Residência (no caso dos grupos prioritários que vivem em instituições de longa permanência) e documento de vinculação profissional (grupos cuja prioridade na lista de imunização decorre da vinculação laboral).

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), que registrará as informações relativas à data da vacina, o nome da vacina e do fabricante, o tipo de dose, o número de lote e também a validade do imunizante.

A imunização diminui o risco de desenvolvimento dos quadros graves da doença e óbitos. No entanto, o o médico Jorge Kalil, diretor do laboratório de imunologia do InCor e professor de medicina da USP destaca que, em um primeiro momento, há de se priorizar aqueles que ainda não tiveram nenhuma infecção prévia, já que estes ainda não desenvolveram uma memória imunológica a doença.


FONTE: Brasil Elpais

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